A pintura rupestre na Paraíba/ Mãe D'água PB.

 A pintura rupestre na Paraíba

A arte rupestre paraibana é representada por pinturas, gravuras, ou ambas associadas. As pinturas foram executadas, principalmente em matações de natureza granítica, sendo alguns de dimensões consideráveis. Às vezes esses desenhos estão inseridos em concavidades da rocha, ficando, portanto ligeiramente protegidos. Ocorrem também desenhos em tetos e paredes de furnas. A grande maioria dos desenhos é abstrata, onde o objeto não sendo representado tal como é visto ou encontrado na realidade, mas esquematicamente, ou simplificamente. Esta esquematização, levada ao extremo torna impossível a identificação do objeto, desenhado, transformando-o em símbolo representativo do objeto, sendo conhecido do artista que executou e provavelmente da sociedade em que viveu.
A pedra do Ingá, na Paraíba, é um exemplo de pintura rupestre. É repleta de entalhes que misturam figuras humanas e animais, com imagens ainda não identificadas.






Sítios Arqueológicos - Figuras Rupestre/Mãe D'águaPB.



O município de Mãe d’Água fica situado na micro-região da Serra do Teixeira a uma distância de 340 km da capital do Estado. Sua área é de 318,5 Km2.
Possui um clima quente, com uma temperatura média variando de 25ºC a 36ºC. Ocorrendo oscilações de temperatura durante o ano.
A falta de informação científica sobre as pinturas rupestres, aliada à imaginação popular, envolveram essas pinturas num clima de mistério que persiste até hoje no meio rural do município de Mãe d’Água.



Os termos empregados para as pinturas pelo homem do campo refere-se a “pedra pintada”, “letreiro”. Enfim, são muitas lendas quando se refere às pinturas rupestres do município.



No início do século XX um homem de nome Leonardo Camboim, dono de uma gleba de terra, onde hoje está localizada a cidade de Mãe D'Água, chegou a este município acompanhado dos irmãos João, Cirilo e Emiliano. Eles haviam migrado de um sítio denominado Mulungú no vizinho Estado de Pernambuco.
Leonardo Camboim construiu uma casa grande, nas proximidades do Rio da Cruz e os seus irmãos foram residir em Cacimbas, Covão e Alecrim. As primeiras edificações do povoado existem até os dias de hoje. Sendo que a primeira está localizada à rua São Sebastião, 02; a segunda, terceira e quarta estão localizadas à rua Luiz Furtado de Figueiredo sob os números 02, 03 e 26. Com a formação do aglomerado os moradores pensaram logo na realização da feira semanal, que acontecia aos domingos embaixo de latadas, mas pouco tempo depois mudaram para terça-feira permanecendo até os dias atuais. Devido à facilidade de encontrar água naquele local, bem como pela existência de terras férteis, tanto para a agricultura como para a pecuária, o número de famílias foi aumentando rapidamente, logo, os moradores que ali foram chegando chamaram aquele lugar de Vila do Rapa, depois Vila de Mariópoles e, finalmente, por haver um grande número de olhos d'água na região esses habitantes acharam ser ali a mãe das águas, por isso o aglomerado veio a se chamar de Mãe D'Água.
Em 07 de janeiro de 1949, o povoado passou a distrito pela Lei 318 em 26 de dezembro de 1961, através da Lei n° 2.686, oficializada pelo governador do Estado da Paraíba, o Dr. Pedro Moreno Gondim, transformou o Distrito em Município, atendendo os anseios de todos os seus moradores e os seus representantes políticos, a exemplo de Luiz Furtado de Figueiredo (Luiz Soares), Cristina Pereira Cavalcante, entre outros, graças também ao requerimento do então Deputado Estadual Dr. José Afonso Gayoso. 














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